A VERDADE E A PARÁBOLA
(CONTO JUDAICO)
Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupa e sem adornos, tão nua como seu próprio nome.
E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.
Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada.
Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.
Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.
— Verdade, por que você está tão abatida? — perguntou a Parábola.
— Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto! — respondeu a amargurada Parábola.
— Que disparate! — Sorriu a Parábola. — Não é por isso que os homens evitam
você. Tome. Vista algumas das minhas roupas e veja o que acontece.
Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.
Moral:
Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na disfarçada. Por que a humanidade prefere fingir e ser menos verdadeira? Será que a Verdade nos incomoda a ponto de termos olhos para a Parábola e não à Verdade? Analisemos: Estamos tendo olhos para a Verdade? Temos praticado a mesma? Temos aceitado-a como é? Ou preferimos uma veste, uma fantasia para que a mesma seja menos dolorosa e menos angustiante? Ainda há tempo.. Se você não aceitou a Verdade.. Mude.. aceite-a como ela é...
Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na disfarçada. Por que a humanidade prefere fingir e ser menos verdadeira? Será que a Verdade nos incomoda a ponto de termos olhos para a Parábola e não à Verdade? Analisemos: Estamos tendo olhos para a Verdade? Temos praticado a mesma? Temos aceitado-a como é? Ou preferimos uma veste, uma fantasia para que a mesma seja menos dolorosa e menos angustiante? Ainda há tempo.. Se você não aceitou a Verdade.. Mude.. aceite-a como ela é...
Autor desconhecido
Moral : por Glaucia A. Oliveira
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